Perdoem meus erros de lingua, pois escrever não é como falar, mas escrevo pior do que falo e se Deus escreve torto por linhas certas por que eu não posso escrever errando por linhas tortas??
Ai vai mais uma aventureira dessenvoltura pelas palavras e me perdoem os leitores, se eles exitem, pela demora.
Muito se fez ao longo da história para o homem inda permanecer inteiro.
Montanhas foram removidas e mares foram secados para que nossa pobre existência se torna-se centro do universo. Apesar dos esforços declarados de grandes personagens. Ainda os seres humanos são o centro da coisa toda. Claro que isso é de se esperar pois por onde você olhe sua sombra soturna lhe acompanhará pelas estradas. Mesmo que não observamos, nosso ego, se coloca a frente de todas as outras coisas que existe no planeta Terra. Mesmo diante de nos mesmo, a elevada projeção de nossas vãs pretensões obscurecem de tal maneira nossas vidas que o genocído pode ate ser plausível para que EU EXISTA. A nossa pretensa posição privilegiada na natureza hoje toma proporções particularissimas. A busca pelo reflexo perfeito, a imagem amada de mim projetada na ilusória dimensão virtual da rede mundial. Os inumeros fotoslogs e blogs nos aprisionam eternamente no desejo de amarmos a nos mesmos. O amante perfeito, quem é mais próprio a se amar do que a mim mesmo. Estar em evidência em algum mecanismo de mídia é nosso narcísico objetivo desse novo momento. As buscas irrefreaveis pelo reflexo é admiravelmente um sucesso mundial, haja vista os inúmeros videos e imagens de pessoas "comuns" espalhadas pela net.
Como o mito de narciso nos advertiu a mais de dois mil anos, nosso reflexo é o bem mais almejado que nossa buscas nos proporcionam. A aventura de narciso o coloca diante de uma possível amante chamada Eco. Óbivio que os gregos não perdiam seus tempos com concidência, o nome da amante de Narciso é proposital. Pois perdidamente apaixonado por si, o pobre rapaz se emaranha num namorico com um nínfa que tem por nome a repetição do mesmo. O reflexo fónico dos gritos dos desesperados. Em fim estava Narciso desesperadamente enamorado por si mesmo e somente de reflexos vivia ele. E não teve outro destino possível senão o encontro com a diferença radical. A morte. Sua alucinada busca o levou ao encontro com aquilo que mais nos difere, o que se opõem a própria vida.
Ai vai mais uma aventureira dessenvoltura pelas palavras e me perdoem os leitores, se eles exitem, pela demora.
Muito se fez ao longo da história para o homem inda permanecer inteiro.
Montanhas foram removidas e mares foram secados para que nossa pobre existência se torna-se centro do universo. Apesar dos esforços declarados de grandes personagens. Ainda os seres humanos são o centro da coisa toda. Claro que isso é de se esperar pois por onde você olhe sua sombra soturna lhe acompanhará pelas estradas. Mesmo que não observamos, nosso ego, se coloca a frente de todas as outras coisas que existe no planeta Terra. Mesmo diante de nos mesmo, a elevada projeção de nossas vãs pretensões obscurecem de tal maneira nossas vidas que o genocído pode ate ser plausível para que EU EXISTA. A nossa pretensa posição privilegiada na natureza hoje toma proporções particularissimas. A busca pelo reflexo perfeito, a imagem amada de mim projetada na ilusória dimensão virtual da rede mundial. Os inumeros fotoslogs e blogs nos aprisionam eternamente no desejo de amarmos a nos mesmos. O amante perfeito, quem é mais próprio a se amar do que a mim mesmo. Estar em evidência em algum mecanismo de mídia é nosso narcísico objetivo desse novo momento. As buscas irrefreaveis pelo reflexo é admiravelmente um sucesso mundial, haja vista os inúmeros videos e imagens de pessoas "comuns" espalhadas pela net.